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me pega assim do mesmo jeito como pega o lápis ao escrever, na vertical, canhota, torta, com a dominância do hemisfério esquerdo do seu admirável e incrível e lindo cérebro, com uma força que hoje, acho impossível viver sem

gostaria de conseguir expressar tal paz que me proporciona mas as palavras não se nivelam, só fico a me lembrar de como me sinto quando desligo o mundo e fico observá-la, calma, feliz, séria, plena.

de como sinto uma urgência dela mesmo quando nos despedimos depois de 3 ou 5 minutos, urgência de tudo o que temos pra dividir pela frente, certeza de que sempre serei dela, sem ressalvas, sem mais, sem amanhã, sem mundo lá fora, como se as paredes não tivessem ouvidos e tudo fosse inércia.

pensando como a vida começa a fazer sentido quando eu e você não damos a mínima pra nada. e realmente não damos. apenas acreditamos que tudo pode ser maior, que não tem fim, é efêmero mas não acaba, assim como essa impressão da gente, quando meu sistema nervoso recebe tudo e ao mesmo tempo nada. tudo é ordem e perfeição ao nosso redor e dentro de mim é tudo tão caótico… tudo o que você faz e diz e faz e sente e diz e ri e pensa e diz o que pensa e chora e é…e eu que não sou ninguém além de mim e você é tão você além de tudo, de todos.

não sei o que fiz pra merecer você e não saberia o que fazer sem você, você me dá todas as razões, você só é a razão, você é essa vontade, essa vontade doida que eu tenho de te subir e te abraçar urgentemente o tempo todo. fico pensando logo após você ir embora que talvez não tenha te contemplado o suficiente, que deveria ter te beijado mais, que os abraços foram poucos e que não te arranquei risadas como poderia, fico arrependida e com saudade, fico triste mas feliz ao lembrar que amanhã é só mais um dia dos dias em que irei te carregar sobre os ombros e eu já visualizo o nosso reencontro, você viria e eu te olharia com olhos de quem te quer para sempre, em seguida não seguraríamos a risada, abriríamos espaço para um abraço, eu me apaixonaria mais um pouquinho e tudo começaria de novo, de novo só que diferente.

Do I feel
Do you feel
Enough love

vem amor, vem acelerada

vem me abraçar quente, na ponta dos pés, pequeno, redolente, forte…uma âncora.

vem que farei de teu seio a casa de meu coração.

vem me guardar em seu lugar seguro, vem me proteger da saudade e da distância

vem que estarei completa

(quando você chegar)

“será que não repara
a desarrumação
que tanta cerimônia
se a dona já não tem
vergonha do seu coração”

“Sinto que ainda vou penar com essa pequena, mas o blues já valeu a pena”

everything

Aquilo a que eu resisto persiste e fala mais alto do que eu imagino
Aquilo a que eu resisto, você ama, não importa o que eu faça
Você enxerga tudo,
você enxerga cada detalhe
Você enxerga toda minha luz
E você ama minha escuridão
Você entende tudo
de que eu tenho vergonha
Não há nada com que você não se identifique
E você continua aqui

Everything

Futuro

amanhece, leve agito das cortinas, o branco da nossa decoração…

não precisamos mais acordar tão tarde, a manhã de um domingo parece fazer bem a pele agora

e você acerta pra mim o açúcar do café, enquanto vou acordando pela casa e você vai resmungando-me palavras de dispor…

(risos, logo de você) e eu já finjo não ligar quando te pego de surpresa e você entretida ao aprontar nosso desjejum, não vê.

cada qual com seu caneco e vamos a tv, a maratona de friends não pode parar…

não somos mais as mesmas mas sinto como se fosse o auge de nossa jovialidade, agora, mais do que nunca.

Intoxicada

“Olhar-te…percorrer-te, remoer-te, reflito boba em teus olhos, me encho de ti…”